Monthly Archives

maio 2017

Divena

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Após conhecer de perto as atividades realizadas na sede do Projeto, o marketing da Divena Mercedes-Bens realizou uma parceria conosco. Criou uma sacola ecológica, totalmente sustentável, colocando à venda em sua loja, revertendo uma parte do lucro “para ajudar este lindo Projeto”.
A Divena usou como slogan desta iniciativa “UMA SACOLA QUE CABE DE TUDO, ATÉ ESPERANÇA”

Tryp Paulista

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É com muito amor que nós, do Hotel TRYP Paulista, recebemos familiares do Projeto Felicidade.
É lindo ver e ter a oportunidade de participar deste projeto, que nos faz crescer e sentir que o mundo pode ser melhor.

São crianças lindas e com um grande futuro pela frente. Enriquecemos muito quando ajudamos o próximo e isso sim é gratificante para nós.
Em nome do Hotel TRYP Paulista e da Rede Meliá Hotels International, agradecemos fazer parte desta linda família.”

FAAP

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Tatiana Bo Kun Im e Wagner Pereira Silva do marketing da FAAP vieram ao Projeto para renovar a parceria para o ano de 2017. As famílias do Projeto, na companhia de monitores do MAB, terão não só a oportunidade de “estar” em um espaço expositivo como também perceber as diferentes sensações diante de uma obra de arte, enquanto escutam as explicações sobre a mesma.

Grupo de reflexão

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Todas as sextas-feiras realizamos um grupo de reflexão com os familiares das crianças/adolescentes que participaram da semana do Felicidade.
São momentos únicos, de colocações emocionantes que demonstram a diferença que o Projeto faz na vida dessas famílias. Como Fernando Pessoa dizia “tudo vale a pena se a alma não é pequena”. Muitas vezes necessitamos que o outro toque nossa alma para que possamos não apenas olhar, mas sim ENXERGAR o que ocorre ao nosso redor.
Adailton, pai de Adrielly, pessoa extremamente humilde e tímido, relatou que durante a semana percebeu que trabalha muito, pois além do trabalho fixo faz bicos à noite.” Quando saio de casa meus filhos estão dormindo e quando volto já estão dormindo. Não os conheço, nunca conversamos”. Essa semana foi diferente: conversamos e brincamos juntos. Concluiu afirmando que ao retornar para casa irá trabalhar menos e ficará mais tempo com os filhos. Percebeu a importância de estarem mais tempo juntos.
Emocionada Gisele, mãe de Raphael, relatou que o filho vem apresentando vários efeitos colaterais devido ao câncer. Desde que começou o tratamento não tem mais amigos, não conversa com ninguém, não se deixa tocar, se nega a comer. No segundo dia, quando estavam no sítio começou a conversar com os adolescentes que faziam parte do grupo e quando viu estava almoçando com os mesmos, acontecendo o mesmo nos demais dias. Na última noite pediu para dormir junto com a mãe, “ vocês sabem o que é isso? Ele não deixava colocar a mão nele e pediu pra dormir comigo”. (neste momento estava chorando sem parar e agradecendo).
Algo que para algumas pessoas é tão simples para Eliana, mãe de Renan, era um sonho que foi realizado durante a semana. Houve uma grande expectativa por parte do grupo e para surpresa geral contou que o seu sonho era andar de pedalinho. Falou ainda da preocupação de seu filho Renan que sabia do medo que a mãe tinha de se afogar, mas Eliana disse que não poderia perder a oportunidade. Seu sonho realizado!
Marcelo e sua esposa Meire, pais de Samuel, comentaram que passam semanalmente em frente do Projeto e, pensavam que era uma escolinha.
Em seguida, Ronaldo, avô de Denner, responde “ mas é uma escola, entramos mudos e estamos falando,, éramos surdos e agora escutamos, éramos cegos e estamos enxergando. Aprendemos muito nestes cinco dias.”.
“O Projeto Felicidade possibilita às famílias a possibilidade de saírem da rotina oferecendo diversão, lazer e convivência.” Essa frase de significado tão profundo, dita por um familiar, por ocasião do encerramento da semana, expressa um estado “de sair de si para olhar e ouvir o outro”.

Qual a mágica?
O que ocorre durante esses cinco dias que permitem essa nova percepção?
O dia a dia dessas famílias é penoso por vários motivos, entre eles: doença, econômico e muitas vezes de relacionamento familiar.
A doença por si só, temporariamente, desorganiza a família.
A proposta do Projeto é promover um verdadeiro ENCONTRO onde possam se ver, se ouvir fora da rotina familiar, trocando experiências com os demais participantes, em um clima divertido e alegre.

 

 

 

Mãe Guerreira

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Em nossa sede, enquanto os filhos passam o dia brincando nos computadores ou playground, nós interagimos com as mães que fazem aulas de artesanato e costura, acompanhadas de voluntárias ou funcionárias. Nossa instituição existe para a criança e o adolescente, sendo esse o nosso foco de atendimento, mas não podemos deixar de ver a importância do bem estar do acompanhante, em benefício do próprio paciente.
Uma das mães da casa de apoio Gota de Amor, que recebemos na sede, a CHIRLEY SANTOS VITOR, freqüenta a nossa sede há 4 anos, desde que passou a morar nessa casa de apoio. Seu filho, MIGUEL AUGUSTO SANTOS VITOR, de 9 anos começou a se tratar de um problema renal com pouco mais de 1 ano de idade. Há 8 anos vieram para São Paulo em busca de tratamento. Vindos do interior de Sergipe, deixaram para trás a maior parte da família, pois o Miguel tem 3 irmãos, de 19, 16, e uma irmã de 6 anos, que estão sob os cuidados da avó materna, que tenta minimizar a ausência dessa mãe e irmão, cuja vida familiar, seu lar e emprego foram trocados por abrigo em uma casa coletiva, rotinas ambulatoriais/hospitalares e a dor da saudade. A Chirley como todas as outras guerreiras na mesma situação, lida com os problemas do dia-a-dia, com percalços da doença do filho, com sua angustia maior que é não conviver com a família, inclusive ausente na criação de filhos na primeira infância. Talvez por conseqüência dessa vida emocional, ela tenha constantes e fortes dores de cabeça, e a dúvida de que a mesma seja cefaléia, sinusite ou outra moléstia, pois por causa da dedicação integral ao filho e pouca condição financeira, tem dificuldade em tratar de si. Sempre foi uma lutadora e aproveita todas as oportunidades que a vida lhe dá pelo caminho, como aprender coisas novas que, além de distrairem seus pensamentos, acrescentam conhecimentos para aumentar suas chances de sobrevivência financeira. Ela sempre mostrou-se interessada nas aulas de artesanato e costura do Projeto Felicidade e tem inúmeras peças confeccionadas por ela própria, que leva para sua residência de origem, nas pausas do tratamento do filho. No ateliê de costura, com a professora Maria, deu-se muito bem e viu nessa terapia ocupacional uma possibilidade de ajuda financeira para manutenção de sua vida. Já usa roupas oriundas de sua própria execução e quer tornar isso mais gratificante. Há poucos meses, alugou uma casinha bem próxima à casa de apoio e lá foi viver com o Miguel. A convivência continua quase a mesma, pois a Chirley continua a visitar as outras mães para apoiá-las, reconhece a ajuda que recebeu da diretora da casa e retribui ajudando nas tarefas e participando das atividades do grupo, inclusive da vinda semanal à nossa sede. Mostrando essa forma de viver, chamou a atenção da proprietária da casa onde mora, que trabalha como costureira terceirizada de uma oficina, que vendo essa inclinação e empenho, lhe ofereceu a oportunidade de ser sua auxiliar, com remuneração por produção. No momento, a Chirley está na fase de aprendizado e treinamento de costura de bolsas, frasqueiras e mochilas em tecido e anda muito animada com a nova atividade.
Durante o tempo das famílias na sede, os voluntários e funcionários tentam minimizar o sofrimento e stress delas, não só mantendo suas mãos ocupadas, como também tentar a suavidade de suas mentes, com conselhos úteis, conversas amenas e outros assuntos sadios que dão estímulo e motivação a elas. Algumas vezes, durante uma atividade ou nas refeições, uma delas deixa escapar uma dúvida ou preocupação, que é rapidamente dissolvida nessa interação entre todos. Às vezes pequenos desabafos são trocados por nosso abraço para que se sintam acolhidas e vitalizadas

(por Maria Lúcia F. Caetano – Voluntária)

Marcenaria

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Entre as diversas atividades realizadas com os adolescentes, incluímos uma novidade. Pequenos objetos de madeira, cortados em nossa marcenaria, são colocados na mesa e a partir dos mesmos pedimos que construam algo.
Vários foram os motivos para incluir este momento na programação semanal, entre eles fomentar a sociabilização do grupo, valorização do indivíduo, despertar a criatividade e possíveis aptidões latentes.

 

 

 

Museu do Futebol

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Um grupo de funcionários, do Núcleo Educativo do Museu do Futebol, visitou a sede do Projeto. Além de conhecer melhor o funcionamento do Felicidade, relataram as atrações existentes no museu e o desejo de realizarem um trabalho personalizado com as famílias.
A partir desse ano, o grupo será recepcionado logo na entrada, de forma especial, e acompanhados durante todo o percursso, tendo não só as explicações sobre cada atração, bem como suas curiosidades esclarecidas.